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Homens invadem joalheria em Belo Horizonte se passando por policiais civis, fazem reféns e roubam R$ 1 milhão em joias | Minas Gerais

 Homens invadem joalheria em Belo Horizonte se passando por policiais civis, fazem reféns e roubam R$ 1 milhão em joias | Minas Gerais


Quatro homens invadiram uma joalheria no bairro Caiçara, na Região Noroeste de Belo Horizonte, e fizeram seis reféns nesta quarta-feira (4). Dois dos suspeitos se passaram por policiais civis. O grupo fugiu levando, aproximadamente, R$ 1 milhão em joias.

De acordo com o boletim de ocorrência da Polícia Militar, o dono do imóvel contou que um dos funcionários lhe avisou que alguém o estava chamando na rua. Ele foi abordado por um dos homens que se identificou como policial e falou que precisava conversar com a vítima. 

Ao abrir o portão, o comerciante foi rendido pelo criminoso, que estava armado, e o levou para os fundos da casa, no mesmo endereço. Neste momento, dois funcionários foram rendidos. Eles foram trancados dentro de um banheiro. 

Outros três suspeitos entraram na residência, um deles vestido com camisa da Polícia Civil. Mais duas funcionárias que estavam dentro da casa foram rendidas e, por fim, o filho do dono do imóvel também foi colocado dentro do banheiro.

Ele estava chegando na casa quando foi abordado. Algumas das vítimas foram amarradas com cordas. Após roubar as joias e outros objetos, os homens fugiram. 

Antes de entrar na casa, dois dos suspeitos abordaram um vizinho da vítima, disseram que eram policiais que estavam em investigação e aguardavam ordem judicial para “dar um pulão em uma denúncia de tráfico de drogas”.

Militares fizeram rastreamento, mas os homens não foram localizados.

O que diz a Polícia Civil

“Em relação ao roubo registrado nesta quarta-feira (4/5), em uma joalheria localizada no bairro Caiçara-Adelaide, na capital, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), assim que acionada, deslocou ao local equipe da perícia criminal e de investigadores do Departamento Estadual de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), onde foram realizados os primeiros levantamentos e coleta de vestígios. A PCMG instaurou Inquérito Policial para apurar as circunstâncias, a autoria do crime e salienta que não tem medido esforços para identificar e localizar os suspeitos”.

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Fonte G1