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A Punção Aspirativa por Agulha Fina (PAAF), guiada por ultrassonografia, permite o diagnóstico preciso da natureza de lesões nodulares em órgãos superficiais | Especial Publicitário – LABCHECAP

 A Punção Aspirativa por Agulha Fina (PAAF), guiada por ultrassonografia, permite o diagnóstico preciso da natureza de lesões nodulares em órgãos superficiais | Especial Publicitário – LABCHECAP


Segundo estimativas do Observatório Global do Câncer (Globocan), em 2020, 4 milhões de pessoas foram diagnosticadas com câncer.

O câncer da tireoide é o mais comum da região da cabeça e pescoço e afeta três vezes mais as mulheres do que os homens. Já o câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres no Brasil e no mundo. O exame de Punção Aspirativa por Agulha Fina (PAAF) é um método ambulatorial utilizado para o diagnóstico de lesões nodulares em órgãos superficiais e profundos. Os órgãos superficiais mais frequentemente submetidos à PAAF são: tireoide, linfonodos, paratireoides, glândulas salivares e as mamas.

Considerada padrão ouro no diagnóstico preciso da lesão nodular tireoidiana, a PAAF deve ser indicada, segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, em casos de nódulos acima de 1,0 cm de diâmetro, que apresentem determinadas características ultrassonográficas, porém há algumas exceções para essa regra.

Doutor Luciano Espinheira (CRM 5639), médico anatomopatologista do Labchecap, esclarece que a abordagem da patologia nodular da tireoide deve ser multidisciplinar, envolvendo sempre os dados clínicos do paciente, associados aos dados ultrassonográficos, epidemiológicos e citopatológicos.

Doutor Luciano Espinheira — Foto: Divulgação/Acervo

“Deve-se levar em consideração o fato de que um processo neoplásico detectado precocemente eleva muito a chance de o paciente ser portador de uma doença restrita à glândula, sem disseminação para linfonodos e com prognóstico extremamente favorável”.

A execução da PAAF é extremamente segura, realizada a partir do direcionamento da agulha fina ao centro da lesão com o auxílio de ultrassonografia. O tempo médio para a realização do procedimento é de 20 minutos, sem aplicação de anestésico e isento de complicações dignas de nota.

“O serviço de PAAF, do Labchecap, é dotado de um microscópio para a prática de dupla observação de todos os casos considerados positivos para células neoplásicas, conferindo uma abordagem diagnóstica consensual entre os médicos”, afirma Dr. Luciano Espinheira.

Consequentemente, seguindo-se todas as etapas descritas acima, a precisão diagnóstica é alcançada e o tratamento correto estabelecido, evitando-se, inclusive, processos cirúrgicos desnecessários, afirmam os médicos anatomopatologistas Luciano Espinheira Fonsêca Júnior e Anderson Mocellin Bontoncello (CRM 24550).

Dr. Luciano Espinheira Fonsêca Júnior e Dr. Anderson Mocellin Bontoncello — Foto: Divulgação/Acervo



Fonte G1

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