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Casos de Covid-19 voltam a crescer em Fortaleza em maio

 Casos de Covid-19 voltam a crescer em Fortaleza em maio


Casos de Covid-19 voltam a crescer em Fortaleza em maio

Foto: Peter Ilicciev / Fiocruz

A taxa de positividade de Covid-19 em Fortaleza apresentou crescimento entre os dias 23 e 29 de maio. O dado foi divulgado nesta terça-feira (31) no boletim epidemiológico da Secretaria Municipal da Saúde (SMS). Segundo o boletim, a quantidade de amostras com resultado positivo triplicou na última semana de maio em comparação com a semana anterior, quando a taxa de positividade foi de 1,6%.

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Apesar da alta na quantidade de testes positivos para a Covid-19, a taxa de mortalidade ainda é considerada como “muito baixa”. A capital cearense não registra mortes em decorrência da doença há 20 dias. A cidade vem passando por queda na quantidade de mortes diárias desde o início do ano. Em março, a quantidade de mortos foi inferior a um caso por dia. Agora, com quase um mês sem ocorrências de mortes, os óbitos são considerados “eventos raros”.

Na comparação com a média móvel de casos, o número registrado no último boletim é de 12,4 casos, o que significa uma redução com o número registrado há duas semanas, quando a média foi de 13,4.

Segundo a SMS, Fortaleza enfrenta uma fase de estabilidade. “Com o pequeno número de casos diários, entramos em um período de estabilização, embora tenha havido discreto aumento em maio”, diz o documento divulgado pela pasta. A taxa de transmissão é considerada pela secretaria como “residual e limitada”.

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Entre a população com idades entre 20 e 59 anos, a taxa de positividade ficou em 73%. Já as mortes confirmadas nesse público ficou em 26%. O grupo mais vulnerável, segundo análise da SMS, é o de pessoas acima de 60 anos, com 18% das infecções e 74% das mortes. Entre todos os óbitos, a maior parte era do sexo masculino, com 54% dos casos.

Os bairros com maiores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH), foram os que registraram a maior quantidade de casos em Fortaleza, como Aldeota, Meireles, Dionísio Torres, Joaquim Távora e Fátima, além de Papicu, Cidade 2000 e Cocó. Isso não significa que bairros considerados mais periféricos não tenham registros da doença. Nesses bairros, segundo a secretaria, a população tem mais acesso a testes para identificar a Covid-19.

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Fonte: R7

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