Alternativa 104

Candiba Bahia
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Aluna é humilhada por afirmar que sexo biológico existe e deixa escola

 Aluna é humilhada por afirmar que sexo biológico existe e deixa escola


Depois de afirmar a uma palestrante de esquerda que sexo biológico existe, uma estudante de 18 anos de um colégio no Reino Unido foi cercada por um grupo de 50 alunas que gritaram, xingaram e cuspiram na jovem. Sem ar, a menina desmaiou. A direção da escola se desculpou com a horda de ativistas trans.

Quando voltou para o colégio depois do episódio, a garota foi informada de que teria de estudar na biblioteca, se dissesse qualquer coisa “provocadora” nas aulas. Sem apoio dos professores e de seus colegas, a menina deixou o colégio em dezembro do ano passado. Atualmente, ela está em homeschooling.

O jornal britânico The Times, que revelou o caso em maio deste ano, preservou a identidade da aluna. O depoimento dela foi corroborado por John Rickards, professor da instituição, em um blog na internet. O caso chegou a ser comentado pela autora de Harry Potter, J.K. Rowling: “Totalmente vergonhoso (…) Qual foi o crime cometido pela garota? Dizer que sexo existe.”

Em maio, o secretário de Educação do Reino Unido, Nadhim Zahawi, chamou a situação de “inaceitável”. “Escolas têm o dever de proteger os seus estudantes”, declarou o secretário, em entrevista ao programa The New Desk Show.

O caso é o tema do mais recente artigo de Joanna Williams, colunista da Revista Oeste e da Spiked. “É totalmente absurdo que qualquer estudante de 18 tenha de ser tratada dessa maneira apenas por fazer perguntas educadas a uma palestrante convidada”, escreveu Johanna. “Que isso tenha acontecido mostra não apenas a completa dominação intelectual da ideologia transgênero nas escolas, mas também como ideias nada científicas de identidade de gênero foram ensinadas às crianças como ortodoxias morais inquestionáveis.”

Leia o artigo completo de Johanna Williams na Edição 115 da Revista Oeste





Fonte: R7

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