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Campus Party, um dos principais festivais de tecnologia do país, volta a ser 100% presencial | Jornal Nacional

 Campus Party, um dos principais festivais de tecnologia do país, volta a ser 100% presencial | Jornal Nacional


Um dos principais festivais de tecnologia do país voltou a ser 100% presencial, em Goiânia.

Já imaginou voar de asa-delta e pertinho do chão? Com a ajuda de um simulador, isso é possível.

“Esse é o momento para a gente poder experimentar e conhecer as novas tecnologias que estão aqui na Campus”, afirma uma estudante de psicologia da PUC.

E opções não faltam na Campus Party. Pessoas de diferentes idades podem aprender, por exemplo, a criar aplicativos de celular.

“Tem alunos da rede estadual aqui fazendo aplicativo para as cidades deles, resolvendo problemas de ônibus, de transporte público, problemas da escola deles, problemas na economia”, ressalta João Grabriel Junqueira, do Centro de Excelência em Inteligência Artificial/UFG.

“Como a robótica tem crescido muito e tem avançado muito, eu acredito que logo vão ter robôs parecidos com a gente, e a gente pode até se assustar um pouco achando que é uma pessoa, mas na verdade vai ser um robô”, diz a representante comercial Mariana Silva.

Setenta e cinco mil pessoas são esperadas nos cinco dias da Campus Party, em Goiânia.

“A Campus Party um grande acontecimento onde a gente reúne jovens que trazem ideias para que eles possam, com essas ideias, mudar o futuro. Quando eu digo jovens, são jovens de cinco a 100 anos”, afirma o CEO do evento, Tonico Novaes.

Para todos os lados, têm alguém diante de um computador, mexendo no controle de um videogame, criando comandos para máquinas e até participando de um curioso jogo de futebol com drones.

São mais de 400 horas de cursos e palestras, 300 especialistas falando de tecnologia. E quem está lá, não quer perder nenhuma das atrações. Por isso, barracas foram montadas em um espaço que fica bem ao lado da Campus Party, onde o pessoal pode dormir à noite ou simplesmente descansar nos intervalos das atividades.

O estudante David acordou cedo. Foi em uma excursão da escola, de Cidade Ocidental, no interior de Goiás, onde já tem aula de robótica.

Repórter: Conseguiu dormir bem?

Repórter: E agora está pronto para aprender muito ali, né?

Repórter: Tem alguma coisa ali que você queira ver, que você está superansionso?

David Souza: Superansioso para a criação de jogos misturados com anime.

O objetivo do designer de projetos Jorge Pereira é aprender cada vez mais, para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

“Eu estou querendo aprender a mexer com engenharia em geral, mas minha meta é começar a mexer com mobilidade, porque eu quero trazer mais conforto para mim no caso, que sou portador de deficiência. Quero algo mais avançado para mim e para o próximo”, relata Jorge.

Cientistas ou futuros cientistas que só querem pensar como as máquinas podem fazer o bem à humanidade.



Fonte G1

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