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Varíola dos macacos: terceiro caso suspeito é investigado em Uberaba | Triângulo Mineiro

 Varíola dos macacos: terceiro caso suspeito é investigado em Uberaba | Triângulo Mineiro


Um terceiro caso suspeito de varíola dos macacos é investigado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Uberaba. A notificação ocorreu nesta quinta-feira (4) e se trata de um homem de 35 anos, que já está cumprindo quarentena.

Na última terça-feira (2), outros dois casos da doença já eram investigados pela cidade. São dois homens, de 29 e 33 anos, e eles seguem quarentena em casa. A situação de cada paciente é:

  • Paciente de 29 anos: começou a ser monitorado no último sábado (30), após apresentar dor de garganta e manchas pelo corpo. Ele passa bem e recebeu alta na noite de segunda-feira (1º), para cumprir quarentena;
  • Paciente de 33 anos: também passa bem e já está em casa. O caso suspeito foi comunicado pela equipe de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na segunda-feira;
  • Paciente de 35 anos: passa bem e está em casa cumprindo quarentena. Caso notificado nesta quinta-feira.

Segundo a Prefeitura, os três pacientes são monitorados diariamente em relação ao aspecto das lesões e sintomas que podem ser característicos para a varíola dos macacos, como febre, mal-estar, dor de garganta e outros sintomas gripais.

Os casos já foram comunicados ao Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs-MG). As investigações seguem o protocolo do Ministério da Saúde.

O que é a varíola dos macacos?

A varíola dos macacos é uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada. A transmissão pode ocorrer pelas seguintes formas:

  • Por contato com o vírus: com um animal, pessoa ou materiais infectados, incluindo através de mordidas e arranhões de animais, manuseio de caça selvagem ou pelo uso de produtos feitos de animais infectados. Ainda não se sabe qual animal mantém o vírus na natureza, embora os roedores africanos sejam suspeitos de desempenhar um papel na transmissão da varíola às pessoas;
  • De pessoa para pessoa: pelo contato direto com fluidos corporais como sangue e pus, secreções respiratórias ou feridas de uma pessoa infectada, durante o contato íntimo – inclusive durante o sexo – e ao beijar, abraçar ou tocar partes do corpo com feridas causadas pela doença. Ainda não se sabe se a varíola do macaco pode se espalhar através do sêmen ou fluidos vaginais;
  • Por materiais contaminados que tocaram fluidos corporais ou feridas, como roupas ou lençóis;
  • Da mãe para o feto através da placenta;
  • Da mãe para o bebê durante ou após o parto, pelo contato pele a pele;
  • Úlceras, lesões ou feridas na boca também podem ser infecciosas, o que significa que o vírus pode se espalhar pela saliva.

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Fonte G1